Notícia

Projeto de resíduos de vidro vira parceria entre universidade e prefeitura, no Paraná

O processo separará o vidro em cores e, por meio do equipamento, transformá-lo em pó

Divulgação

Fonte

UTFPR | Universidade Tecnológica Federal do Paraná

Data

segunda-feira, 4 fevereiro 2019 17:00

Áreas

Construção Civil, Gestão de Resíduos, Sustentabilidade, Tecnologias.

Um projeto de uma estudante de Engenharia Civil da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no Paraná, Isabelle Costa, está conquistando parcerias. O objetivo do trabalho é fazer com que resíduos de vidraçarias comerciais sejam reciclados e utilizados na construção civil de maneira sustentável e com baixo custo. A ideia despertou o interesse da Prefeitura de Toledo-PR, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, a qual, nos próximos dias deve implementar o equipamento para a realização deste processo no Aterro Municipal.

O processo separará o vidro em cores e, por meio do equipamento, transformá-lo em pó. Com essa ação, o vidro ganha mais valor e o material poderá ser reaproveitado em obras públicas, além de ser comercializado. Este projeto já foi divulgado pela UTFPR, em 2017, quando o mesmo conquistou o Prêmio Instituto 3M para Estudantes Universitários. A estudante recebeu o valor de R$ 50 mil para o desenvolvimento do projeto, sob orientação do professor Ricardo Schneider. Anteriormente, o trabalho havia sido iniciado pela aluna Mayra Branco.

Isabelle, que deu continuidade aos estudos, explica que a ideia surgiu a partir da observação de que os resíduos de vidro geralmente deixavam de ser recolhidos pelos catadores de lixo da cidade de Toledo. “Em busca de mais informações, descobriu-se que não havia alternativas para a reciclagem desses materiais na região. Decidimos, então, desenvolver soluções para o reaproveitamento desse material na construção civil”, conta.

O professor Schneider afirma que a ideia é reciclar esses resíduos transformando-os em pó de vidro, e, assim, substituir uma parte da areia utilizada para fazer concreto por esse material. “Além disso, quando transformado em pó, conseguimos comportar mais, assim pode ser vendido/comercializado com maior valor agregado”, explica.

Acesse a notícia completa na página da UTFPR.

Fonte: UTFPR | Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Imagem: Divulgação.

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