Destaque

UEA é proclamada como uma das gestoras técnicas do Centro de Bionegócios da Amazônia

Fonte

UEA | Universidade do Estado do Amazonas

Data

sexta-feira, 30 dezembro 2022 11:50

Após duas fases de seleção entre instituições de todo o Brasil, a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) foi proclamada como uma das gestoras técnicas do Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA) e terá como parceira a Fundação Universitas de Estudos Amazônicos (FUEA), escolhida pelo Ministério da Economia para ser a gestora financeira do CBA. Agora, a UEA, FUEA e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) terão a missão de transformar o CBA em núcleo de atração de investimentos de bioeconomia no Amazonas.

A União, por intermédio do Ministério da Economia, tornou público, no último dia 20 de dezembro, o resultado final da segunda fase de seleção de pessoa jurídica de direito privado, qualificando como organização social e celebrando o contrato de gestão que tenha por objeto o gerenciamento do CBA.

O Chamamento Público Sepec nº 01/2022, publicado no Diário Oficial da União em sua Edição Extra da Seção 3 de 6 de maio de 2022, referente à seleção de pessoa jurídica de direito privado, consagrou vencedora do certame a FUEA, representante legal do consórcio FUEA, UEA, IPT e Fipt.

Além da UEA e FUEA, o IPT e a Fundação de Apoio ao Instituto de Pesquisas Tecnológicas (Fipt) irão atuar na gestão estratégica, tática e operacional do CBA.

A Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade (Sepec), do Ministério da Economia, responderá pela definição das políticas públicas vigentes, regulação, fomento e supervisão das atividades executadas pelo centro.

O objetivo do consórcio é fazer com que o CBA incentive e impulsione a economia do estado por meio da bioeconomia, com atividades econômicas de produção, fomentando a produção, distribuição e consumo de bens e serviços provenientes de recursos da sociobiodiversidade.

O novo CBA foi concebido e alinhado com os atores locais (entre eles a universidade, governo, setores produtivos e sociedade civil organizada) para ter condições de contribuir na transformação do potencial da biodiversidade amazônica, gerando emprego e renda para a região.

De acordo com a Sepec, a nova identidade jurídica do CBA permitirá resolver uma disfunção no ambiente de negócios da região amazônica, interligando o trabalho das comunidades locais com a capacidade industrial já instalada na região e a proteção do patrimônio ambiental brasileiro.

Acesse a notícia completa na página da Universidade do Estado do Amazonas.

Fonte: Gerson Freitas, Ascom UEA.

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