Destaque

Curso de drones ministrado pelo IPT no interior paulista amplia know-how de empresa para amostragem de águas superficiais

Fonte

IPT | Instituto de Pesquisa Tecnológicas do Estado de São Paulo

Data

terça-feira, 17 agosto 2021 07:45

Para a utilização de drones na realização da amostragem de águas superficiais (rios, lagos e nascentes) em locais de difícil acesso como usinas, aterros sanitários e nascentes, a empresa Coan Drone está lançando mão de conhecimentos adquiridos durante um curso ministrado pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) em 2019 na cidade de Vargem Grande Paulista (SP) sobre a aplicação dos aparelhos no gerenciamento municipal em questões ligadas ao meio ambiente.

A fim de otimizar as operações por meio do uso dos drones, o antigo Laboratório de Recursos Hídricos e Avaliação Geoambiental (hoje, Seção de Investigações, Riscos e Gerenciamento Ambiental) do IPT está trabalhando desde 2016 em um projeto dedicado a desenvolver soluções para o monitoramento hídrico. O objetivo inicial dos pesquisadores era de encontrar soluções que atendessem a consagrados procedimentos de amostragem, apresentassem baixo custo operacional e de instalação e também fossem amigáveis a profissionais das mais diferentes formações.

A proposta inicial do estudo era avaliar metodologias para a coleta de amostras de água. O sistema de coleta concebido inicialmente ficava embarcado na base do drone e usava uma bomba peristáltica que era acionada a distância. Quando o equipamento se aproximava da superfície do curso d’água e chegava à altura especificada previamente, o bombeamento de água para o frasco de amostra tinha início.

No entanto, esse configuração tinha uma grande desvantagem: a necessidade de troca ou higienização da mangueira de bombeamento devido à sua contaminação entre uma coleta e outra.

Para enfrentar o problema da contaminação, a equipe do IPT partiu para uma solução mais simples e lançou mão de amostradores descartáveis de água subterrânea, denominados bailers, solução que serviu de base para um serviço que recentemente passou a ser oferecido pela Coan Drone em parceria com a consultoria Geotecnysan.

Aperfeiçoamento

A configuração usada nesse novo serviço segue os mesmos princípios do IPT, mas a Coan Drone realizou algumas mudanças para que fosse possível explorar ainda mais o recurso: o bailer é ligado por uma corda até o sistema embarcado no drone, com tecnologia de sensor de luz, o que possibilita a soltura do objeto em caso de o operador identificar algum risco, desde variações do vento durante a operação ou o enrosco do recipiente em algum obstáculo que possa surgir durante a coleta.

Acesse a notícia completa na página do IPT.

Fonte: IPT.

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